terça-feira, 11 de outubro de 2016

Dica de curso on line com um dos maiores pregadores brasileiros. Caio Fabio




Esse curso traz pra voce hoje, uma experiencia unica de conhecimento pleno sobre os reais designios de Deus, sem rotulos e dogmas. Você que procura a verdade pura da bíblia, sem mácula, interesses obtusos e pre conceitos, essa é a sua oportunidade. 


IMAGINE voce hoje recebendo o conhecimento de mais de 40 anos de evangelho sem rotulo, simplificado pela excelente palavra desse grande preletor. 

É isso que você terá HOJE!





Porque entrar em um curso on line para ouvir pregações/ensinos que posso ter acesso atraves de outras pregações similares de outros pregadores também conceituados? exatamente pela personalização da mensagem que voce receberá. e do curriculo de Caio Fábio.

Caio Fábio D’Araújo Filho ainda é uma das principais personalidades do universo cristão contemporâneo, conhecido no Brasil e no exterior. Não é para menos. Com um ministério evangelístico extraordinário, dono de uma oratória diferenciada devido à erudição aliada à espiritualidade, foi amado por pentecostais e tradicionais, tendo sido considerado um verdadeiro porta-voz da igreja evangélica brasileira. Um Francis Shaeffer tupiniquim, um Billy Graham brasileiro como queriam alguns.
Não foi o caso..

Caio teve uma carreira ministerial meteórica. Inserido numa grande e respeitada denominação, foi incentivado a ir além dos limites denominacionais. Escritor profícuo, também dirigiu vários congressos com ênfase na ética ministerial, espiritualidade, integridade cristã e vida familiar. Suas pregações (em fitas cassetes na época) espalharam-se por todo território nacional. Conheço pessoas que chegaram a ouvir a mesma mensagem várias vezes, tamanha era a unção com que ministrava. Expunha o Novo Testamento com maestria e seu tema central sempre foi JESUS. Um de seus trabalhos mais bem escritos (segundo meu ponto de vista) foi o opúsculo: “Seguir Jesus: o mais fascinante projeto de vida”. Esse Caio Fábio dedicou-se a uma Igreja (não à denominação) que não o merecia, e foi engolido pelo sistema evangelicalista. Transformado “em coisa”, foi um depósito de ética a um povo que mal sabia o que essa palavra significava. Içado a uma posição acima de sua humanidade, sucumbiu desgraçadamente, sendo vitima e vilão de si mesmo.


"Caio Fábio Exclusivo - Antes de Tudo, Reconexão" é um curso ministrado pelo Pastor e Psicanalista Caio Fábio, cujas aulas em vídeos serão ministradas em 3 módulos e entregues diariamente, no início da manhã, na área de membros e exclusivamente para os assinantes. 
Os módulos serão: 
1) Reconexão em Deus, 
2) Reconexão em si mesmo e 
3) Reconexão entre nós. 

O curso atenderá às necessidades dos participantes, os quais poderão propor questões e terão aulas ao vivo em webinarios exclusivos. O objetivo do curso é levar o assinante a alcançar uma vida plena de significados do bem, e liberta de culpas e neuroses, e desenvolver relacionamentos sadios em todas as áreas da vida. Conhecido internacionalmente, autor de centenas de livros e mentor do movimento não-religioso "Caminho da Graça", Caio Fábio é modelo do significado de seguir os ensinos do Evangelho sem religião.








segunda-feira, 10 de outubro de 2016

A escola do deserto

Informado desse caso, procurou Faraó matar a Moisés; porém Moisés fugiu da presença de Faraó e se deteve na terra de Midiã; e assentou-se junto a um poço. Êxodo 2:15
Não é difícil acreditar que foi Deus mesmo quem comoveu o coração de Moisés quando este viu os sofrimentos do povo de Israel. A sensibilidade ao espiritual, transmitida pelos seus pais, não se perdeu durante os anos na corte de Faraó. Entretanto, ainda não ele havia aprendido uma importante lição: os planos de Deus não podem ser implementados segundo os métodos humanos, conforme diz a epístola de Tiago: “…a ira do homem não produz a justiça de Deus” (1:20).
Para que Moisés pudesse aprender essa lição valiosa foi necessário que passasse pela escola do deserto. Havia nele confiança demais em sua própria força, o que o desqualificava para servir aos propósitos do Senhor. Deus teria de trabalhar profundamente em sua vida. Ali, no deserto, passou longos anos. O fervor e o zelo que o levaram a assassinar um homem, lentamente se dissiparam, deixando em seu lugar a vida calma e simples de um pastor de ovelhas. Quando todos os anelos e sonhos desapareceram do seu mundo interior, Deus o visitou e lhe deu a missão de libertar o povo de Israel da escravidão no Egito.
Observe como os caminhos de Deus são estranhos. Quando Moisés quis servi-lo, o Senhor não lhe permitiu, e quando o profeta já não tinha qualquer interesse, Deus o obrigou a assumir uma tarefa. Isto porque Deus não enfatiza as nossas ações, mas o nosso caráter.
O grande evangelista Dwight Moody, falando sobre este profeta, disse certa vez: “Nos primeiros 40 anos de sua vida, Moisés pensava ser uma pessoa importante. Nos 40 anos seguintes, descobriu que era insignificante! Nos últimos 40, viu o que Deus pode fazer com um ‘ninguém’”. Que admirável resumo da ação do Senhor na vida do profeta!
Todo líder deve aprender esta lição. Deus não precisa dos nossos planos, nossas habilidades, nem dos nossos esforços. Não necessita sequer do nosso zelo, como o apóstolo Pedro teve que descobrir. Ele espera, apenas, que nos coloquemos em Suas mãos para nos conduzir e mostrar as atitudes e o comportamento que espera de nós. Esta entrega é muito custosa ao ser humano, porque temos nossas próprias ideias sobre a melhor maneira de agradar a Deus.
Para pensar:
Como é tentador para nós, pastores, fazer planos e depois pedir para Deus para abençoar os nossos esforços. É muito mais difícil esperar no Senhor e apenas avançar sob o Seu comando. Não devemos perder de vista, no entanto, que o homem, totalmente entregue a Deus, é o instrumento mais poderoso para que os projetos que estão no próprio coração do Senhor avancem. Não se apresse!
–Christopher Shaw (Meditação 24 de fevereiro)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Evangelho conquistador, transformador ou libertador?






“...estes que tem transtornado o mundo chegaram até aqui.”
Atos 17.6-B

Texto interessante. No caso, essa foi uma acusação de judeus da antiguidade contra Paulo e Silas na igreja de Tessalônica. Resumindo: os dois missionários tinham chegado nesta cidade e, por três sábados consecutivos, pregaram o Evangelho na sinagoga judaica. O discurso de salvação e libertação tinha conquistado a simpatia de muitos e o furor de muitos outros. Em meio a esse contexto ouve-se: A notícia de um Evangelho (boas novas) está transtornando o mundo. Transtornando? Por quê? Por que ele transformava!
Por onde era anunciado esse Evangelho, este transformava pessoas, rotinas e cidades. Jesus arrastava multidões que buscavam seus ensinamentos, milagres e sinais. Depois de sua morte e ressurreição seus principais discípulos continuaram seu trabalho com a mesma intrepidez e prodígios. Inúmeros sinais e milagres os acompanhavam trazendo novamente, multidões de novos cristãos. Seus princípios de igualdade e caridade fizeram com que os primeiros cristãos se ajudassem mutuamente, praticando de fato, a unidade cristã.
Tenho três irmãos e uma irmã. Tudo que eu tenho, compartilho com eles, sendo um Condomínio (compropriedade) limitado, assim como, aquelas coisas que são deles, tenho liberdade de usá-las com os seus consentimentos. Isso são coisas normais em qualquer família, e era uma normalidade na igreja primitiva. Tudo aquilo em que um irmão necessitava, o outro supria. Unidade comunitária espiritual. Vale salientar que nada era feito de forma coercitiva, mas com inteireza e sinceridade sem reservas. Essa foi uma das primeiras transformações sociais trazidas pelo evangelho, pois vivia-se sob o domínio romano, com uma política extremamente elitista e escravocrata.
A transformação das mentes e princípios daquelas pessoas fizeram uma grande revolução social, trazendo assim, visibilidade sobre aqueles que eram diferentes de todos os outros.  Denominaram  então essas pessoas de cristãs (primeiramente de forma irônica), pois tinham princípios e atitudes que se assemelhavam com o caráter de Cristo.
A transformação de pessoas atraiu toda uma sociedade. Mas vem a pergunta: O evangelho se transformou com o passar do tempo através da mudança da sociedade, para se adaptar aos seus princípios? Não. Mas a igreja sim. A igreja negociou o que era inegociável, e acabou se adaptando aos anseios da sociedade que o evangelho tinha atraído, afastando-se assim, do evangelho puro e simples, e criando um monstro imenso fantasiado de evangelho, monstro esse que devorou muitos com sua fome de poder (adoção da igreja primitiva ao império romano, criando assim a Igreja apostólica romana).
Ok. E hoje? O evangelho ainda transforma? Claro! O evangelho é o mesmo. Mas as pessoas mudaram. O mundo mudou.
Novamente, com a mudança social, cria-se um novo monstro. O que o evangelho tem que conquistar o mundo, adquirindo para isso, valores alheios ao evangelho. A igreja tá a cada dia mais parecida com o mundo e menos com o evangelho. Têm-se criado versões gospel de tudo que existe no mundo, para tornar a igreja mais atrativa àqueles que não desejam uma mudança de vida e caráter. Não falo de musica, vestimenta, hobbys e etc. mas de comportamento cristão. O monstro chamado “gospel” tá devorando muitos que, inocentemente, acabam não conhecendo o evangelho puro e simples. Atualmente coloca-se o selo “gospel” para dar legitimidade para certas coisas fora do evangelho e marginalizar o que não se encaixa nesse contexto mercadológico.  
 Hoje busca-se que o evangelho  “conquiste” o mundo. Então, valores diversos da palavra têm sido misturados ao evangelho para torná-lo mais “pop”.  Hoje não se muda “COM O” evangelho. Hoje se muda “O” evangelho. O discurso: “...Deus te quer como estás..” impera. É claro que Deus nos quer como estamos, mas Ele quer nos moldar, forjar, transformar. Relativiza-se a palavra para que, ela se adéque à nossa vida e não a nossa vida se adéque ao evangelho. As igrejas buscam conquistar o mundo e se esquecem de transformar o mundo e libertar cativos com o poder salvador de Cristo.
Deus não quer conquistar o mundo. Jesus não morreu na cruz para conquistar o mundo. Ele morreu para libertar o mundo. O evangelho liberta pra transformar e não se transforma pra libertar. Quando tentam transformar o evangelho, ao invés de libertar cativos, tornam-se escravos de suas buscas pela aparência do “cool”. Tornam-se escravos de sua própria transformação. O relativismo exacerbado tem criado inúmeras doutrinas, costumes, mitos, jargões, crenças e famas diversas da palavra genuína de Deus. Tem trazido também para a sociedade uma imagem deturpada do que é ser cristão. Hoje ser cristão não é ser diferente, mas ser igual a qualquer um. Não se é mais luz. Não se é mais sal. Não há mais libertação, pois já que se adapta ao mundo, se adapta aos vícios, vontades e costumes pré-existentes. Da mesma forma que na idade média a igreja se adaptou ao paganismo, hoje se adapta a um paganismo maquiado.
Hoje, o acreditar que Deus existe é o suficiente para ser “filho de Deus”. Satanás acredita. Ele é filho de Deus? Não, é uma criatura já condenada ao tormento eterno assim como todos aqueles que não deixarem de ser criaturas e se tornarem filhos, pois, só os filhos dEle, lavados e remidos pelo sangue do cordeiro serão aceitos por Ele no dia do juízo. O simples acreditar que existe um Deus não é o suficiente. Acreditar em Deus não o faz ser filho dEle, mas a entrega da sua vida ao Senhor através do reconhecimento do sacrifício de Cristo, sacrifício esse que traz remissão de pecados e reconhecimento de filiação de Deus. Temos que crer. Ter fé no Deus altíssimo e essa fé é provada com nossa transformação diária que é a santificação.
Deus não quer que fiquemos do jeito que estamos. Ele nos quer libertos do pecado e transformados nEle e por Ele.


Fabiano Ferreira

quarta-feira, 28 de março de 2012

Senso Crítico





(atos 17.11)

Que notável. Louvável tal postura dos judeus de Beréia. Diferentemente  dos Tessalonicenses, aqueles escutavam a mensagem, buscavam na palavra se aquilo ora pregado, realmente era fundamentado na Palavra.(I João 4:1- Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.)
Estudo, busca e posicionamento. Eles tinham senso crítico. Não aceitavam simplesmente aquilo que lhes fora pregado, mas, investigavam nas escrituras se aquilo tinha embasamento.
Você acredita em tudo que lhe é pregado? Você tem certeza de que aquilo que está sendo pregado vem mesmo de Deus? “mas ele é o ungido do Senhor...não poso questionar sua palavra...ele é profeta...”  (II Cor 11.13-15 Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz.Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.)
Heresias têm sido vomitadas no meio Cristão e Religioso, pois a cada dia convence-se que uma palavra pregada em um púlpito ou reunião religiosa, seja ela qual for, não deve ser questionada. Em decorrência desse fato, vê-se  tantos “apóstolos; patriarcas; profetas; messias; gurus...” em nosso meio( II Pe 2.1-E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição).
Jesus pregou que somos iguais, mas vive-se o modismo das hierarquias dos líderes. É tanto líder que ninguém sabe mais quem é discípulo. Hoje, pessoas  se acham o próprio “Jesus”, como se sem eles, não houvesse vida com Deus ou a própria salvação(Gálatas 3.28-  Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque TODOS vós sois UM em CRISTO).
Estamos vivendo uma fé alienada, onde, não buscamos nas escrituras se aquilo é de Deus ou é uma palavra de “auto- ajuda gospel”.  Pessoas tem crido em palavras que não foram proferidas pelo  Pai, e esperado por promessas falhas, proferidas por homens avarentos que as fazem com o intuito de fazer crescer sua “seita”, ter fama e reconhecimento como um “profeta”. Estão introduzindo “falsas verdades” e pastoreando muitos ‘‘inocentes” para a perdição. Uma dica: quando uma palavra não falar de Jesus, mas somente de: Promessas; oportunidades; bens matérias; riquezas e etc. não é evangelho, é auto-ajuda.
Há pouco escutei um Pr. famoso e um não famoso falar numa pregação: “que temos que aproveitar oportunidades, nos juntarmos  a pessoas que nos dêem oportunidades, que nos façam crescer”. Até agora não acredito que ouvi isso. Pensei que a igreja fosse reunião de filhos de Deus, para louvá-lo e adorá-lo, além de escutar uma palavra dEle para uma aplicação divina em nossas vidas, e não uma sessão de empreendedorismo humanístico. Está sendo estimulada a pratica da ganância (não só ganância financeira ou profissional, mas ministerial. Aproximar de alguém pra conseguir participar de um ministério, ter um certo status). Eu conheci o evangelho da humildade e da renuncia, mas ok, é uma “ganância gospel”. O “Ele” ta sendo substituído pelo “eu”. A promessa de salvação, promessas espirituais, eternas estão sendo substituídas pelas promessas materiais. Cristo não é mais o objetivo, mas um meio para que se alcance os objetivos(promessas; bênçãos...). Não somos mais servos, mas Cristo é nosso servo, onde ele tem que realizar os “nossos” sonhos e objetivos.
Tal pregação causa no meio cristão tudo aquilo que sempre foi combatido pela pregação de Cristo: Acepção de pessoas. Fazendo esse “filtro”, acabamos marginalizando aqueles que não têm nada a nos oferecer, expulsando-os ate dos nossos meios, e, muitas vezes, tirando-os do convívio eclesiástico, consequentemente fazendo-os crer que não tem nada a oferecer para Deus e para o corpo de Cristo que é a igreja do SENHOR, ocorrendo assim a apostasia motivada pela nossa própria pregação e atitudes. ( Mt 18.10 Vede, não desprezeis algum destes pequeninos(...)Mt 18.6 Mas, qualquer que escandalizar um destes pequeninos, que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar).
Deus nos chamou para termos a fé racional e não uma fé alienada. Que possamos a cada dia buscar mais nas escrituras a palavra RHEMA. Pois, se depender de “igreja dos homens”, muitos empreendedores humanísticos estarão no caminho da perdição!
Ts 5.21 Examinai tudo. Retende o bem  

Fabiano Ferreira